terça-feira, 31 de outubro de 2017

Luedji Luna apresenta “Um Corpo no Mundo”

00:11
Foto: Tássia Nascimento

Produzido e mixado por Sebastian Notini – que também assina os últimos trabalhos de Tiganá Santana e o premiado “Mama Kalunga” de Virgínia Rodrigues – “Um Corpo No Mundo” foi gravado no Estúdio da YB (SP) e é composto por 11 faixas, algumas inéditas e outras já conhecidas​ ​do​ ​público. Contemplado pelo Prêmio Afro 2017, o primeiro disco da carreira de Luedji Luna carrega uma mensagem de questionamento e pertencimento sobre a  identidade, regidos por melodias que unem ritmos do congo e do batá cubano, com samba, reggae e o batuque baiano. 

É um olhar sobre si mesma a partir do contato, ainda que disperso, com os imigrantes africanos em São Paulo. “Acredito que seja ​a​ ​dissolução​ ​de​ ​diversas sonoridades,​ pois são canções ​que​ ​mostram​ ​uma​ ​África​ ​estendida​ ​e ressignificada. Remete a travessia e o deslocamento. Elementos que resultaram em um disco fluído, com canções que transitam em diferentes referências onde nada é estanque. O que se pretende, na verdade, é levar uma sensação de não-lugar!”, completa Luedji Luna. 

Além de Luedji na voz, a obra apresenta uma verdadeira mistura de povos. A banda é formada pelo queniano Kato Change (guitarras), o paulista criado na Bahia e filho de congoleses François Muleka (violão), o cubano Aniel Somellian (baixo elétrico e acústico), o baiano Rudson Daniel de Salvador (percussão) e o sueco radicado na Bahia Sebastian Notini (percussão). “Os arranjos foram pensados coletivamente, pois era importante que cada músico se sentisse parte do trabalho e não um simples executor. Essa junção resultou uma realização sem fronteiras e de difícil definição. ‘Um Corpo no Mundo’ é um disco do mundo!”, explica a artista. 

Por tratar de assuntos atuais e emergentes, “Cabô” e “Iodo” se destacam ao longo dos mais de 50 minutos de versos e melodias. Enquanto a primeira fala sobre o extermínio da juventude negra dentro da sociedade atual, a outra - composta por Tatiana Nascimento - pode ser considerada uma oração à Yansã ao passear pelas memórias de dores pelo sequestro durante o período da escravidão. “Dentro Ali”, “Na Beira” e “Banho de Folhas” também chamam atenção, pela leveza dançante, além de já serem familiares aos ouvidos dos fãs. "Notícias de Salvador" foi composta em uma parceria dos irmãos François Muleka e Marissol Mwaba.


Fonte: Assessoria Bianco

Com passagens por grandes festivais brasileiros, Components lança disco

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É olhando para o futuro que o quarteto goiano Components fala de retorno, origens e o papel da maturidade nas transformações da vida no seu aguardado álbum de estreia. A banda apresenta em “A Capacidade de Retornar ao Estado Original” o frescor de suas composições, calcadas ora em instrumentações complexas, ora na simplicidade de temas cotidianos - de amores e decepções às mazelas do mundo. 


O trabalho é um retrato do Components entre a efervescência das ideias iniciais do projeto e a maturidade que já começou a surgir ao fim do longo processo da gravação de um disco. Canções como “Colisão Lunar” representam a fase inicial da banda, trazendo estrutura mais simples e uma aura mais alegre, enquanto a faixa-título e outras composições mais recentes apresentam uma musicalidade mais complexa que as anteriores, além de contar com uma visão conceitual mais estruturada.

Desde o início da banda, em 2015, o Components se prepara para lançar suas primeiras canções. O álbum se tornou possível quando o grupo recebeu o apoio do Fundo de Arte e Cultura de Goiás, com as demos sendo gravadas no Complexo Estúdio já no início de 2016. Gustavo Vazquez assumiu a produção e logo em seguida as gravações foram iniciadas no RockLab, em Pirenópolis e posteriormente em Goiânia. O processo, que seguiu até novembro do ano passado, entrou na fase final no início de 2017, quando o próprio Gustavo realizou a mixagem e masterização do material. 

Ao fim dessa longa trajetória, de concepção ao lançamento, a banda vê com naturalidade a temática a que remete o título do trabalho. A capacidade de retornar ao estado original é, mais que uma volta ao passado, um reconhecimento da bagagem e experiência que o Components já traz. 

Confira o clipe de “Seja Meu”: https://youtu.be/TJvdMf5Sstg

“É o caso de passar por situações que transformam, mas que permitem voltar à harmonia e equilíbrio em que se encontrava antes. Musicalmente essa figura é algo também verdadeiro pra essa experiência de primeiro álbum. Estávamos na angústia de expressar nossa música, nos transformamos e nos expandimos para criar este disco, essa primeira voz da banda. Agora que lançamos, completamos o ciclo: retornamos ao estado de angústia, de querer falar mais ao mundo - porém agora, com a experiência do primeiro lançamento”, reflete o guitarrista Gabriel Santana. Além dele, também responsável por sintetizador e voz de apoio, o Components conta com Hugo Rezende (bateria e voz), Matheus Azevedo (voz principal) e Miguel Viana (contrabaixo, sintetizador, piano e voz).

O álbum chega após o lançamento dos singles “Seja Meu” e “Utopia”, o último com participação especial de Beto Cupertino, do Violins (GO), e lançado com um vídeo. Em “Hipercosmo” e “Jardim dos Gigantes”, surge a segunda voz convidada: Patrick Maciel, da banda Bolhazul (DF). “Três Quadros” e “Fechado”, embora assinadas pela banda, são inspiradas por poemas de Lucas Bonfá (irmão do vocalista Matheus), enquanto “Sideral” traz Fabius Augustus como co-autor, que também participou do arranjo da faixa. Outra parceria lírica de destaque é Germano Pomba, que participou da criação das letras em sete das 11 músicas.

Assista o vídeo de “Utopia”: https://youtu.be/a0kgU3gr7d4

Confira tracklist e faixa-a-faixa abaixo

Em apenas dois anos de história, o Components chega ao primeiro álbum como um dos expoentes da cena rock goiana. A banda já passou por palcos importantes como Bananada e Grito Rock e fez parte da programação cultural das Paralimpíadas 2016, se apresentando na Fundição Progresso, uma das casas mais icônicas do Rio de Janeiro. Mais recentemente, marcou presença nos showcases da última edição do Vaca Amarela e se prepara para sair em turnê com “A Capacidade de Retornar ao Estado Original”.

Ouça o álbum:


Components é:
Gabriel Santana – Guitarra, Sintetizador e Voz de Apoio
Hugo Rezende – Bateria e Voz de Apoio
Matheus Azevedo – Voz Principal
Miguel Viana – Contrabaixo, Sintetizador, Piano e Voz de Apoio

Fonte: Julia Ourique

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Banda Souto lança novo vídeo clipe "Vênus"

23:51

Produzida por André T, juntamente com os integrantes da Souto - Vinicius Soares (guitarra/vocal), André Nunes (teclado/synths), Felipe Oliveira (baixo) e Gabriel Gomes (bateria) -, a “Vênus” chega para enaltecer a conexão e troca energética que existe entre o universo e os humanos, com versos que falam sobre a jornada terrestre em relação as influências do próprio destino. Gravada no Estúdio T, em Salvador, a canção leva ainda a mixagem e a masterização assinada por André T.

Para compor, os rapazes beberam em fontes do Raggamuffin e Dancehall, alheio às raízes Rock e Reggae presentes na trajetória da Souto. Ravi Santana (Guitarra) e Caio Lopes (Voz), da banda baiana Raco, somaram com a Souto e resultaram em um som enérgico e cheio de atitude.

"A ideia inicial era evidenciar a nossa conexão com a Raco, por isso, o clipe foi uma forma de eternizar os momentos em que a música ganhou vida no Estúdio T. Acreditamos que a letra e a melodia são carregadas de associações expressivas e a melhor forma de transparecer isso seria captando a emoção da gravação" afirma Vinicius Soares, vocalista e guitarrista da Souto.



Fonte: Assessoria Bianco


Os gaúchos da NEWD revelam tracklist e arte da capa do novo álbum

23:42

A banda gaúcha NEWD divulgou a arte da capa de seu novo álbum, intitulado “Reversão”, que contará com dez músicas inéditas, incluindo o single “Sempre”, lançado em maio. A capa é da autoria de Rafael Mascarello.
O grupo emitiu o seguinte comunicado nas redes sociais: “Em 2016, passamos por uma mudança de formação, em que os integrantes optaram por sair da banda e tivemos que decidir: seguimos ou paramos? DECIDIMOS SEGUIR e, assim, passar por uma reconstrução, tanto na sonoridade quanto na formação.
Então essa é a capa do nosso CD, que representa a esperança que depositamos em passar por todas essas mudanças e, mesmo assim, se manter de pé, acreditando!”.

Em Frente
Escolhas
Sempre
Lembranças
Há Verdade
Encontros
Por Um Final
Morro de Luz
Amanhã
Ilusão

Acompanhe a banda NEWD e +:

Com crítica à sociedade, Ops lança clipe e clama por mudança

23:38

“Não Ta Tudo Bem”.  Basta apenas dar uma olhada no noticiário para constatar. Esse é também o mote da música e do segundo clipe que  Ops acaba de lançar.
Embora tenha um tom de crítica à inércia que vivemos neste momento (“parar de olhar pro umbigo na beira do precipício”), a música também traz uma visão otimista para o futuro, que circunda parte do álbum que sai no final de outubro e também se chama “Não Ta Tudo Bem”, e dá uma saída para o que está acontecendo (“e se a gente parasse tudo e cuidasse do mundo?”).

“A sugestão de 'parar tudo e cuidar do mundo', abre o lado otimista do álbum, onde a arte e o amor prevalecem. O álbum, como um todo, expõe o problema e vislumbra a solução e a solução, necessariamente, passa pela arte e pelo amor”, conta Ops.

Dirigido pelo próprio Ops e por Caetano Maia, o clipe segue a mesma linha simples demonstrada em “Olha a Sorte Que Eu Dei”, primeiro single/clipe lançado pelo artista, inspirados nas “Esculturas em 1 minuto”, de Erwin Wurm. “Não Ta Tudo Bem”, o clipe, ainda contou com a produção de Paula Rios (Batedeira Cultural), assistência de produção de Marina Tamanini e foi gravado na casa do artista.

Aqui, Ops aparece em um plano sequência cantando as músicas, segurando e derrubando objetos. A cena mais polêmica com certeza vem quando mostra a bíblia, livro sagrado para as religiões católicas e evangélicas e segura a imagens de políticos.

“A cena da bíblia não é uma crítica à religião, mas a quem usa a religião para enriquecimento pessoal ou para propagar discursos de ódio e intolerância - justamente o oposto do que prega o protagonista do livro”, explica Ops.

“Olha a sorte que eu dei” e “Não Ta Tudo Bem” estão disponíveis em todas as plataformas de streaming, como Spotify, Deezer e Apple Music.




Redes Sociais

Alessandra Braz/ Favorite

sábado, 22 de julho de 2017

Todos os Sons - Especial rock no CCBB

22:52

No dia 29 de julho de 2017 o Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília receberá o projeto Todos os Sons - Especial Rock no CCBB.

Especialmente entre os dias 4 a 8 de julho de 2017 - há uma promoção exclusiva para clientes Banco do Brasil: a cada dois ingressos comprados, o cliente ganha 1 de cortesia - promoção limitada a 4 ingressos por CPF.

Todos os Sons recebe as seguintes bandas:
Galopardo
Eixo
Rocan
Trampa
O Grogue
IRA

O projeto vem celebrar um gênero musical que é, acima de tudo, um estilo de vida e uma nova maneira de enxergar o mundo. Criado nos Estados Unidos e difundido mundo afora há mais de meio século, o rock não demonstra sinal de envelhecimento, se reinventando a cada dia como veículo das reflexões e questionamentos de gerações e gerações de artistas. 

O evento acontecerá nos jardins do CCBB, a partir das 16h, e receberá como atração principal a banda IRA!, que está em turnê comemorando sua volta aos palcos com um set list recheado dos maiores sucessos de sua carreira.

Outra banda que merece destaque é O GROGUE. Formada por integrantes das bandas Almirante Shiva, Rios Voadores e Joe Silhueta, a banda foi criada numa homenagem ao músico Pedro Souto, para celebrar o que o baixista foi em vida. Pedro era baixista de cinco das bandas mais atuantes da cena do rock brasiliense - Rios Voadores, Judas, Joe Silhueta, Almirante Shiva e Cassino Supernova. Na Almirante Shiva, ele também atuava como cantor, compositor e guitarrista, ao lado de Marlon Túgdual e Carlos Beleza. A banda foi ovacionada em todos os palcos que passou, consagrando ainda mais sua precoce influência na cena. Para honrar este músico excepcional, os integrantes de suas bandas se reúnem em O Grogue, com repertório autoral e outras músicas que fizeram parte da trajetória do músico. 

Ingressos: R$ 10,00 (meia) e R$ 20,00 (inteira) em http://todosossons.art.br/, http://culturabancodobrasil.com.br/portal/todos-os-sons-especial-dia-rock/ e na bilheteria do CCBB.

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