segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Brasília celebra IV Passeata anual de Raul Seixas

23:42
Nova edição inova mais uma vez e apresenta ao público brasiliense produção musical robusta de artistas de expressão apresentação de suas releituras a obra de do pai do rock brasileiro, além da feira e espaço infantil    


“Hoje é feriado, é o Dia da Saudade”, e o brasiliense irá em mais um domingo (19) sair de casa para  celebrar mais um dia tributo te domingo (19) para festejar mais uma edição do maior tributo a Raul Seixas da região Centro Oeste do País. 

Em sua quarta edição, festival tributo ganha força e destaca esse ano o nascimento projetos musicais que nasceram exclusivamente pra a festa e mostra maturidade a abrir ainda mais o número de bandas, bem como a abertura do palco para populares se apresentarem no voz e violão. Do lado das bandas, as atrações serão Baú Revirado, com participação de Vitoriano Roberto (RN), Cazela Rock in Roots, Ragga Seixas, Rauldinele, Paula Simone e os Cowboys Fora da Lei e Don Ticones e a Entidade.  

Os músicos já confirmados para apresentação de voz e violão: Carlúcio Ferreira, Maria Sabina, Bruno Z, Pim Pim, Davi Viverde, além de poesias com Cida Sann e a apresentação de rock tribal fusion de Shabbana Dark. Além disso, multicultural e democrático, o festival traz novamente o espaço Kids Pluct Plact Zum, bem como a feira de artigos rock.                                                                                                                  
Fera nordestina 
Em turnê nacional, Vitoriano Roberto é o músico de fora convidado à IV Passeata Anual de  de Raul Seixas em Brasília. Ele tem sua história de vida atrelada ao seixismo brasileiro. Este ano ele volta a Brasília como convidado de fora. Daqui, ele segue para São Paulo encerrando sua mini turnê nacional. 

Serviço: IV Passeata Anual a Raul Seixas em Brasília 
Hora: das 13h às 22h
Local:  Praça do Cebolão, Setor Bancário Sul, estação do metrô galeria.
Mini festival com bandas em tributo a Raul Seixas 
Espaço Kids Pluct Plact Zum 

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Assessoria de imprensa: Pedro Wolff (061 - 981578561)

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Epica: Simone Simons destaca mudança no "gênero" metal feminino

22:53

A vocalista Simone Simons, do Epica, falou em entrevista ao Metal Wani (transcrição via Blabbermouth) sobre a ramificação "metal feminino", que, em outros países, recebe o nome "female-fronted metal". Segundo a cantora, a definição do subgênero mudou bastante nos últimos anos, porque as mulheres estão integrando bandas de estilos muito diferentes.

Simons deu sua opinião após ser questionada se o termo "female-fronted" é empoderador ou restritivo. "Eu diria que é restritivo, porque no começo, 15 anos atrás, 'metal feminino' ('female-fronted metal') seria a descrição de como uma banda soaria. Automaticamente, significava que teria vocais operísticos e um toque sinfônico. Hoje, há tantas cantoras incríveis no metal, mas elas não estão em bandas de metal sinfônico. Há estilos tão diferentes de bandas de metal com cantoras, então, falar 'metal feminino' não diz nada sobre como uma banda soa. Acho que esse termo está desatualizado", afirmou.

A cantora do Epica destacou que não acha o termo "female-fronted" desrespeitoso, mas, segundo ela, a expressão só aponta que há uma mulher na banda e não o seu estilo. "Também não sou grande fã de rótulos, porque o Epica tem tantas influências diferentes. A principal é, claro, trilhas sonoras de filmes, mas também tem death metal e progressivo. Mas não acho que 'metal feminino' é algo anti-mulher. Sempre me senti muito confortável no mundo dominado por homens. Prefiro trabalhar com homens, porque são mais diretos. Além disso, eu sempre venço no quesito de piadas obscenas", disse.

Fonte: Wiplash / Bruno Miranda

Demi Lovato: seis dias após overdose, cantora ainda está internada com febre alta, enjoo e outras complicações

22:46


Seis dias após sofrer uma overdose, Demi Lovato ainda está internada com febre alta, enjoo e outras complicações, disse o site TMZ nesta segunda-feira (30).

Ela está internada no Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles.

Os médicos esperam que ela se recupere totalmente, mas ainda não têm previsão de quando ela pode ser liberada do hospital, de acordo com o site.

De acordo com a publicação, a cantora ficou entre a vida e a morte na terça-feira (24). A cantora de 25 anos foi levada a um hospital em Los Angeles, nesta terça-feira (24) após sofrer uma overdose.

“Ela poderia ter morrido”, diz uma fonte do TMZ com conhecimentos em primeiros socorros. Segundo uma fonte próxima à cantora, o caso de overdose de Demi foi grave. A cantora estava inconsciente em sua cama quando o serviço de emergência chegou ao local.

Durante a ligação de amigos da cantora para o serviço de emergência, foi pedido para que as sirenes da ambulância fossem desligadas. Demi foi levada a um hospital e acordou horas depois.

Segundo o TMZ, Demi teria rejeitado ajuda de sua equipe, que sugeriu internação em clínica de reabilitação antes de sofrer a overdose.

Fonte: G1/TMZ

Bruno Del Rey lança “Começou Tem Que Ter Fim”

22:21
Com três faixas autorais, segundo EP do artista inspira-se na estética sonora das décadas de 50 e 60  
Bruno Del Rey acaba de lançar “Começou Tem Que Ter Fim”. Gravado quase que inteiramente ao vivo, com equipamentos analógicos e instrumentos vintage, o segundo EP do artista inspira-se na estética sonora e visual dos anos 50 e 60, incluindo, de maneira direta, o soul americano e a música brasileira desse mesmo período. “Sempre fiz questão de inserir essa imagem retrô nos meus trabalhos musicais. Antes, com “Rockassetes” e “Bicicletas de Atalaia”. Agora, como artista solo, busquei isso de maneira ainda mais intensa, pensando nos arranjos e composições, no jeito de cantar e, até, no formato de gravação que chegasse o mais próximo possível desse som, que, de forma revisitada e elegante, olha para trás, mas propõe-se para frente”, ressalta.

Composto por 3 tracks completamente autorais, mini álbum conta com a produção musical de Augusto Passos - também baixista de Thiago Pethit. A mixagem e masterização é de Dudinha Lima.

Abrindo o disco, a faixa-título “Começou Tem Que Ter fim” é autobiográfica. “Essa foi a primeira canção que escrevi após o término de um longo relacionamento. Foi uma fase difícil, mas também de uma transformação importante. Quis deixá-la direta, sem rodeios e poucas metáforas. É bem visceral”.

Na sequência, a ensolarada “Escape From Romance” abre espaço para um novo amor pintando no ar, daqueles que, por mais arriscado que seja, não podemos deixar de viver.

Por fim, “A Pia” escancara a percepção do fim iminente. É sobre sentir-se impotente frente ao desenrolar dos problemas e todos os sentimentos, bons e ruins, aflorados a partir disso.

Disponível em todas as plataformas digitais, “Começou Tem Que Ter Fim”, de Bruno Del Rey, conta com a colaboração e alquimia final de Kaneo Ramos (guitarra), Rafael Findans (baixo), Leonardo Rosa (bateria), Julio Nganga (teclado), Vivi Goeldi, Ana Rafaela e Stéphanie Fernandes (backing vocals).

Ouça aqui: https://bit.ly/2JU12xy

Fonte: Yasmim Bianco

VIDEO - Maya lança videoclipe de "Tolerance", novo single do CD "Egophilia"

22:14

O quarteto carioca MAYA acaba de lançar o seu mais novo single "Tolerance", faixa de seu novo álbum de estúdio "Egophilia"

Sempre utilizando um tom polêmico, um dos elementos mais marcantes do álbum "Egophilia", o novo vídeo do grupo aborda de maneira respeitosa, porém questionadora, uma reflexão sobre o tema da intolerância religiosa.

O vídeo foi filmado nas Ruínas do Relicário em Rio Bonito (RJ), uma capela do século XVIII situada na Fazenda Relicário, onde teria funcionado um Monastério Carmelita. Com idealização de Gimmy, direção do cineasta Allan Caju, e participação do renomado ator Ricardo Ventura na produção, o enredo mostra a banda tocando em um cenário caótico, com vários personagens confrontando as "únicas verdades" das religiões que tentam coexistir.

A música "Tolerance" é construída sobre escalas orientais e com grande influência de música sacra católica, cânticos folclóricos e rituais de diversas culturas e crenças ao redor do mundo, que é dado pela mistura do metal produzido pelo Maya com a participação do percussionista Arthur Kauffmann, que gravou derbak e riq, instrumentos orientais de percussão. No videoclipe, este papel foi desempenhado pela percussionista Lucielle Le Fay.



O CD "Egophilia" foi produzido por Tércio Marques no Fibra Estúdios e masterizado por Justin Shturtz no Sterling Sound em New York (USA). No momento a banda está realizando os preparativos para o show de lançamento do álbum que ocorrerá no dia 11 de agosto no Teatro Solar de Botafogo (RJ). Em breve serão divulgadas todas as informações.

Links relacionados:
https://www.maya.mus.br
https://www.facebook.com/themaya
https://www.youtube.com/mayaexperience

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