segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Com crítica à sociedade, Ops lança clipe e clama por mudança


“Não Ta Tudo Bem”.  Basta apenas dar uma olhada no noticiário para constatar. Esse é também o mote da música e do segundo clipe que  Ops acaba de lançar.
Embora tenha um tom de crítica à inércia que vivemos neste momento (“parar de olhar pro umbigo na beira do precipício”), a música também traz uma visão otimista para o futuro, que circunda parte do álbum que sai no final de outubro e também se chama “Não Ta Tudo Bem”, e dá uma saída para o que está acontecendo (“e se a gente parasse tudo e cuidasse do mundo?”).

“A sugestão de 'parar tudo e cuidar do mundo', abre o lado otimista do álbum, onde a arte e o amor prevalecem. O álbum, como um todo, expõe o problema e vislumbra a solução e a solução, necessariamente, passa pela arte e pelo amor”, conta Ops.

Dirigido pelo próprio Ops e por Caetano Maia, o clipe segue a mesma linha simples demonstrada em “Olha a Sorte Que Eu Dei”, primeiro single/clipe lançado pelo artista, inspirados nas “Esculturas em 1 minuto”, de Erwin Wurm. “Não Ta Tudo Bem”, o clipe, ainda contou com a produção de Paula Rios (Batedeira Cultural), assistência de produção de Marina Tamanini e foi gravado na casa do artista.

Aqui, Ops aparece em um plano sequência cantando as músicas, segurando e derrubando objetos. A cena mais polêmica com certeza vem quando mostra a bíblia, livro sagrado para as religiões católicas e evangélicas e segura a imagens de políticos.

“A cena da bíblia não é uma crítica à religião, mas a quem usa a religião para enriquecimento pessoal ou para propagar discursos de ódio e intolerância - justamente o oposto do que prega o protagonista do livro”, explica Ops.

“Olha a sorte que eu dei” e “Não Ta Tudo Bem” estão disponíveis em todas as plataformas de streaming, como Spotify, Deezer e Apple Music.




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Alessandra Braz/ Favorite

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